29 de nov de 2010

Fazes-me falta...

Fazes-me falta...
Aquela alegria que transborda quando comigo estás,
O carinho que transmites com o olhar,
O acalento, afeto que nada pede...
Amor refletido...
Amizade, afeição, ternura.
Fazes-me falta...
Minha alma pede a sua, amor além da vida,
Início de convivência indefinida que tão bem me compete...
Nos braços que me acolhem,
Nas palavras que me traduzem calma,
No toque que me conduz sutilmente a liberdade que anseio.
Liberdade onde a coração pede calma...
Fazes-me falta...
Wanderlúcia Welerson Sott Meyer
Publicado no Recanto das Letras em 23/11/2010
Código do texto: T2631671

Saudades sem lamento


     Quando você se foi, levou consigo partes de mim que me eram essenciais. Jamais pensei em deixar-te, nem tão pouco me afastar de ti, mas, fomos consumidos pela falta de nos dizer o que sentíamos. Talvez por orgulho ou medo de amar, tenhamos deixado de viver o único amor que realmente tivemos o único bem que realmente importava.
     Fugi de ti e de todo as dores que me causavas. Hoje compreendo, que assim, fugindo do que sentia acabei deixando parte de mim dentro de ti. Restou-me o vazio, esses olhos tristes e essa expressão de incompletude, que ninguém entende. Meus olhos, esses sim, expressam claramente tua ausência. Quem os percebe sabe que nunca estão onde me encontro. Como se parte de minha alma estivesse vagando, desvairada, recusando-se a vir morar onde agora me encontro.
     Foi em nome do amor que sentia que me deixei à condução insegura de novos caminhos e, acabei me convencendo que seria feliz estando longe de tua vontade. Toda minha alma sempre foi sua. Quando furtivamente chegavas, depois de tantas ausências, eu, tão senhora das palavras e atitudes, perdia a fala e, jamais soube lhe dizer à falta que me fazias.
     Tenho notícias tuas e sinto que sofres. Não por mim ou por não se encontrar ao meu lado, mas, pelos caminhos que escolhestes e, as conseqüências danosas que a ti mesmo proporcionastes. À noite quando me visitas nos sonhos, sinto tua dor e descrença, como se também a mim pertencessem.
     Nada mais posso fazer. Nem ouvi-lo, dar-lhe colo, nem entregar-me voluntariamente aos teus braços. Resta-me sentir!
Guardando intimamente o segredo de ainda te amar, de jamais ter deixado de sentir, de querer para ti o bem que ao teu lado teríamos.
     Essas histórias de amores que não são mais possíveis são para os românticos que idealizam o que não podem ter que utopicamente sonham com Julietas, Teresas e tantas outras. Amores inadmissíveis e impossíveis de tomar forma.
     O nosso amor, esse sim, deixou de ser por escolha. Covardia minha inexperiência sua... Perdemos....
     E como grandes e desgovernados navios seguimos.
Wanderlúcia Welerson Sott Meyer
Publicado no Recanto das Letras em 24/11/2010
Código do texto: T2633906

Silêncio



Quando as palavras não fluem
A alma silenciada adormece
Espera...
Algumas vezes, não é possível dizer
Necessário faz-se abrir o coração
Esquecer-se no vagar de um tempo
Quase interminável...
Quando não a nada a dizer
Há de se encontrar no silêncio
Possíveis respostas...
Duvidosos caminhos...
A reflexão pede o exílio
Não há consolo nas palavras
Espera...
Do que não se sabe
Do que se alimenta
Fome que sustenta
Há de vir a Ser!
Wanderlúcia Welerson Sott Meyer
Publicado no Recanto das Letras em 25/11/2010
Código do texto: T2635753

Saudades

Saudade não tem cor!
De tão vaga e vazia é transparente, úmida e antiutópica.
Só existe quando dimensões de momentos de sua história, temporais e demarcados, não se perdem na memória.
Saudade tem cheiro, gosto...
Saudade...
Incolor, só pode ser incorporada ao cerrar os olhos, mesmo que em vigília.
Translúcida, permite-se vagar...
Fatos transcorridos, pouco vividos onde não nos damos conta que a desordem interna impediu-nos a intensidade.
Fragmentos...
Lamentos...
O que poderia ter sido?
Reaparece intermitentemente, obstruindo a racionalização do momento que, se vivo, renova-se interiormente a trajetória biográfica em transe.
Rapto de fatos e relatos...
Heranças, ficções e realidades parodiadas hora pela utopia, hora pela dor.
Memórias exiladas!
Vêm à tona, invadem e assustam como se a outro pertencessem.
Biográfica, histórica e mitológica...
Saudade...

Amizades ternas e eternas

Minhas lembranças despertam à medida que sou tocada por almas afins e amigas. O bálsamo que por vezes procuro nas aflições que cotidianamente passo, passamos...
Costumo encontrá-lo nas ações de ternos amigos que fazem com que o caminho, mesmo que árduo e pedregoso se transforme em uma vasta paisagem de flores...
Assim aprendemos a servir a vida! A observar as dores como necessárias ao amadurecimento, a trilhar seguramente, a encontrar possíveis respostas, a perceber o quanto temos a oferecer a vida!
Tudo é passageiro, os momentos de alegria... Os de tristeza...
O que não passa é o que retemos na alma, no espírito...
O amor, a saudade, as relações afetivas que nos edificam, os momentos de dor que nos transformam, aqueles que inequivocamente não nos querem bem.
Quanta energia desprende transbordando sentimentos equivocados, sem nenhum sentido. Se soubéssemos a intensidade e valor de um abraço...
Se observássemos melhor o que realmente importa...
Creio na vida, nas pessoas!
Na evolução que nos é proporcionada diariamente...
Basta que se queira abrir os olhos para que a Luz se faça!
Wanderlúcia Welerson Sott Meyer
Publicado no Recanto das Letras em 29/11/2010
Código do texto: T2643171


20 de nov de 2010

ENGANOS MODERNOS

Moderna...idade...

Já não se ouve o pássaro, não se respira o verde
Pessoas que apressadas passam, sem nada ver, tomam seus caminhos
Poucos ouviram... Poucos sentiram...
Submersos que estavam nos problemas sombrios
Pensamentos ocultos, abrigados de si mesmo.
Sinto-me um ponto na multidão aturdida
Falta-me o calor humano, nem mesmo o Sol aquece a alma.
Queixas de solidão, depressão instalada em nome da modernidade!
Quando se quer sentir, pouco se dispõe a doar...
Olham-se... Nada vêem! Nem dor, nem medo
Instintos egoístas sobrepondo-se ao abraço.
Ao olhar, ao toque... Coletividade individualizada.
Violência aterrorizante, cotidiana, aceita...
Discursos humanitários sufocados pelo desejo de Ter
Grito da alma! Simples... Complexidade da dor.
Ânsia de solidariedade esquecida... Doença instaurada no medo
Maiores e populosas cidades...
Vigência de solidão instalada no estar sem ser.
No buscar sem saber, no querer e perder.
Chorar só... Lamentar somente...
Sem que percebas o tempo, morres prematuramente
Ausentando-se do imprescindível
Dissimulada crueldade em nome de verdades hipócritas
Onde ter é ser aceito, Ser é utopia!
Amar é fantasia de lunáticos como eu.
Ainda crêem na vida... Ser ponto! Ser Luz!
Wanderlúcia Welerson Sott Meyer
Publicado no Recanto das Letras em 20/11/2010
Código do texto: T2627014

Moderna...idade...

Moderna...idade...

Já não se ouve o pássaro, não se respira o verde
Pessoas que apressadas passam, sem nada ver, tomam seus caminhos
Poucos ouviram... Poucos sentiram...
Submersos que estavam nos problemas sombrios
Pensamentos ocultos, abrigados de si mesmo.
Sinto-me um ponto na multidão aturdida
Falta-me o calor humano, nem mesmo o Sol aquece a alma.
Queixas de solidão, depressão instalada em nome da modernidade!
Quando se quer sentir, pouco se dispõe a doar...
Olham-se... Nada vêem! Nem dor, nem medo
Instintos egoístas sobrepondo-se ao abraço.
Ao olhar, ao toque... Coletividade individualizada.
Violência aterrorizante, cotidiana, aceita...
Discursos humanitários sufocados pelo desejo de Ter
Grito da alma! Simples... Complexidade da dor.
Ânsia de solidariedade esquecida... Doença instaurada no medo
Maiores e populosas cidades...
Vigência de solidão instalada no estar sem ser.
No buscar sem saber, no querer e perder.
Chorar só... Lamentar somente...
Sem que percebas o tempo, morres prematuramente
Ausentando-se do imprescindível
Dissimulada crueldade em nome de verdades hipócritas
Onde ter é ser aceito, Ser é utopia!
Amar é fantasia de lunáticos como eu.
Ainda crêem na vida... Ser ponto! Ser Luz!
Wanderlúcia Welerson Sott Meyer
Publicado no Recanto das Letras em 20/11/2010
Código do texto: T2627014

18 de nov de 2010

Saudades



Alma que pede calma
Saudades...
Tempo em que bastava o olhar
Estendia-se o colo, o afago.
Manhã de céu límpido
Contrastando com os dias
Encharcados pela chuva.
Dias em que a alma grita
Nostalgia, desejo contido
Verdades jamais ditas
A brisa fria e úmida
Tocando a pele
Parece substituir suas mãos
Leves, disponíveis e carinhosas
Que no imperceptível toque
Traduziam-me paz!
Conseguia perceber o Sol
Entre as nuvens escuras
Entregue ao afago dos cabelos
Ternura de um olhar
Que exalava o perfume
Da Rosa que eras
Olhos tão azuis como o céu
Que agora vejo
Nesta manhã que dispersa a chuva
Mesmo de longe
Está tão presente!
O que antes era dor, perda...
Agora é saudade
Transfigurada em lágrimas
Alegria expressa
Sonhos semeados que germinam
Ser que me ensinou a Ser
Depositando-me a Fé
Ensinando-me a esperança
Gratificando-me com sua presença
Amiga, conselheira
Combatente, diferente...
Saudades de ti minha Rosa!
Tão bela quanta a Vida!
Tão terna...
Tão minha...
Saudades que só existem
Quando se tem a alma
Embebida no mais puro amor!
Saudades do teu colo
De tua pele
Que nem o passar dos tempos
Destruiu-lhe a suavidade...
Saudades...
Wanderlúcia Welerson Sott Meyer
Publicado no Recanto das Letras em 18/11/2010
Código do texto: T2622288

17 de nov de 2010

COMPLEXO E MARAVILHOSO CORAÇÃO HUMANO

    Ninguém sabe dizer o que se passa no coração de quem sofre. Assim como o amor, o sofrimento é indescritível, podemos observar, procurar inferir com conceitos e palavras, mas, por ser sentimento, não há como descrevê-lo ou assimilá-lo em sua intensidade e complexidade. No máximo, o que ainda oferecemos é o ombro amigo, o abraço fraterno e a inspiração da esperança através do amor.


     Muito que aqui escrevo, apesar de simples, se encontra tão distante de algumas pessoas. Certamente, posso ser utópica, idealista... Mas, assim prefiro ser vista por crer que todos, por maiores as dificuldades que ainda enfrentamos, caminhamos sempre em um processo evolutivo que nos proporcionará à compreensão de nós mesmos e, em conseqüência, a dos inúmeros seres que conosco convivem.


     Prefiro ainda ser considerada utópica a crer no “nada”, disseminar tristeza e alimentar a dor, o ódio e a descrença. Ao contrário do que alguns amigos pensam, não sou uma profunda conhecedora da alma humana, busco conhecer-me através dos sentimentos que extravasam e que não os nego. Pontuando generosamente os inúmeros obstáculos que ainda me empenho em vencer, fazendo da prece o caminho, da confiança a espera, das lágrimas o alívio, da dor a fortaleza e das palavras o lenitivo que acalma a alma em desenvolvimento. 

Wanderlúcia Welerson Sott Meyer
Publicado no Recanto das Letras em 17/11/2010
Código do texto: T2620277


12 de nov de 2010

Recomeço




Relevo as dores, mas, as reconheço.

Sabendo-me existir
Sigo caminhos que hora são escolhas
Horas são determinados pela vida
Posso sentir-me amedrontada
Jamais coagida...
Há ansiedade
Procuro ponderar
Brincando com palavras
Pensamentos que me perseguem
Harmoniosamente as entrelaço
Transformando sentimentos
Em pura poesia!
Não há quem possa subtrair a angústia
Sorver o cálice que transborda
Inundando-me de vazios
Que longamente tento relevar
Algo de sonho devolve-me a esperança
E sonhar é o que me resta
Sustentando-me na expectativa
Que hora persigo.
Ventos vêm...
Misturaram textos, frases e palavras...
Suspiram sílabas que reportam
Todas as mágoas que ainda existem.
É preciso permitir-se à essência
Para que a vida se refaça!
Como na natureza...
Renovando-se continuamente...
Edificando-se em busca de Paz!
Wanderlúcia Welerson Sott Meyer

Publicado no Recanto das Letras em 12/11/2010

Código do texto: T2611177

8 de nov de 2010

Paz

Todos precisam de Paz, sensação absoluta de tranqüilidade, impossível de ser comprada ou encontrada fora de nós mesmos. O aprendizado nos mostra que não adianta sofrer pelo que está por vir, nem lamentar o que o passado nos recorda de termos deixado de fazer. O que é futuro senão nossas ações, pensamentos e atitudes no presente? Se lembrássemos de quanta energia pessoal desperdiçamos buscando a mudança do outro, lamentando perdas inevitáveis e necessárias, permitindo que lágrimas nos ceguem e nos impeçam de vislumbrar a Luz! Nada pode ser feito se a busca do equilíbrio, percebido como um processo moroso que requer paciência e compaixão por nossos desacertos, não for considerada em cada oportunidade de evolução que a vida nos proporciona. Ver na semente a flor, ver na forte chuva à felicidade das plantas, observar e sentir pequenas situações e pessoas aonde o afeto e amor transpira e transfigura-se em pura energia Divina. Seguir os caminhos percebendo-os como escolhas próprias e assumi-los amorosamente sem a queixa ineficaz e inútil. Abrir a janela e desejar um bom dia a mais um dia de nossa existência sobre a Terra... Um único dia de cada vez, cada minuto como se fosse o último, cada pessoa como um irmão querido que possa ou não comungar de nossas idéias e ideais. Cada ser humano como uma pedra preciosa que ainda oculta, requer lapidação através da confiança, da persistência e da fé.

Wanderlúcia Welerson Sott Meyer

6 de nov de 2010

Maria


Maria


Maria de muitos filhos
Maria de muitos netos
Maria de muitas dores
O tempo, a vida, o sonho
Maria franzina, pequena
De porte físico frágil
Maria de alma nobre
Maria que na cozinha estava
Que ali nos recebia
Legitimamente mineira
Maria que nos meus braços de neta
Perdia-se...
Dos longos e intermináveis causos
Das pequenas mãos que me seguravam
Quando meus passos se dirigiam para porta...
“Ainda é cedo!”, dizia Maria
Maria dos olhos de solidão
Repletos de passado.
Do cafezinho 
Que não poderia deixar de ser tomado.
Longos anos de lembranças decifrados.
Tão pouco aproveitei de seus encantos!
Maria de Cristo!
No sobrenome e na vida.
Dona Maria de encanto!
Vovó Maria que nada pedia...
Maria que hoje se ausenta
Permanecendo mais viva
Mais próxima do que antes fora
Maria de Virgílio!
Maria dos filhos!
Maria das memórias!
Maria de Deus!
Wanderlúcia Welerson Sott Meyer
Publicado no Recanto das Letras em 06/11/2010
Código do texto: T2600468

5 de nov de 2010

EVOLUÇÃO

EVOLUÇÃO

A grande maioria das condutas externas que nos surpreendem são raízes relacionadas aos comportamentos que ainda não conseguimos lapidar. Essas raízes não podem ser arrancadas bruscamente, fazem parte de nós. Precisam ser retiradas uma a uma, em cada experiência vivida, em cada reflexão e arrependimento contido, em cada ato de autoperdão. Se extraídas de qualquer maneira ou por alguém, voltam como ervas daninhas sempre mais fortes. Não fazem parte de nós, mas, aí estão e não podem ser negadas sem incômodo.
Wanderlúcia Welerson Sott Meyer
Publicado no Recanto das Letras em 05/11/2010
Código do texto: T259801

3 de nov de 2010

Que assim seja...


Sei que por vezes fazes-me ver o que não quero.
Sei que também, que abrindo-me os olhos,
Denota-me responsabilidades.
Sei que ainda posso negar o que me revelas.
Carregando o pecado de saber e nada dizer
Revelações envolvem proporções e sentimentos.
Guardo entre o raciocínio e coração
A transgressão de saber e ausência de palavras.
Quanto lhe pedi caminhos
Esqueci de compreender que nem sempre são fáceis
Mesmo que conduzidos.
Agora já não me cabe questionar o que a de vir
Peço-lhe apenas que sustente minha Fé.
Que tua vontade e não a minha, seja feita!


Wanderlúcia Welerson Sott Meyer
Publicado no Recanto das Letras em 03/11/2010
Código do texto: T2594101

1 de nov de 2010

Eleições...democracia...



     Sem nenhuma retórica ou demagogia, gostei muito do resultado da eleição. Não sou partidária, mais me interesso pelo conhecimento do processo político Brasileiro, assim como, não sou feminista, e vibro com cada conquista que o feminino tem alcançado. Já dirigi uma escola, e sei o quanto uma administração é complexa, exigindo da pessoa que exerce o cargo pulso, discernimento, compreensão e competência. Não acredito que nada aconteça por acaso e, até por uma questão de crença religiosa sei que tudo o que ocorre, faz parte de um processo evolutivo de construção íntima e coletiva.
     Não importa mesmo quem tenha ganhado a eleição agora, cabe a cada um de nós, não apenas criticar com o intuito de desmerecer, mas conhecer o processo e contribuir para que prevaleça sempre o melhor para todos. Nunca em nenhuma circunstância, por mais bem intencionados que estivermos, agradaremos a todos. Essa dificuldade encontramos até mesmo em nossas relações familiares, pequenos ninhos, que muita das vezes, não somos capazes de administrar.
     Nenhum pensamento menos digno, nenhuma crítica a essa ou aquela postura, modifica ou contribui para a melhora de um contexto. Nossas energias determinam tanto nosso processo individual como também o coletivo. Se não podemos contribuir, lançar flechas de ódio e desprezo é o mesmo que voltá-las a nós mesmos.
     Quanto a ser mulher, sem nenhum desmerecimento ao masculino, afinal todos temos um lugar ao Sol, essa é uma ótima oportunidade de somente comprovarmos o que já sabemos, aprendemos entre erros e acertos que um trabalho não é desenvolvido isoladamente e, uma mulher fantástica e guerreira, estará ao lado de homens também com histórias de compromisso e respeito pela coletividade.
     Se não gostamos do resultado, o que não é o meu caso, que pelo menos possamos pensar e contribuir para o bem estar e a evolução de uma população e um País que é mais que sério. Prova disso, pra quem se recordar ou conhece a história do Brasil, é o quanto ainda a alegria, a confiança e a fé permanece em nós, mesmo depois de um passado aonde a ditadura e a opressão foram responsáveis pela morte e tortura de muitos que lutavam por um país democrático. Estamos construindo entre erros e acertos e, isso independe de quem lá esteja, um País melhor para nós, nossos filhos, netos e todos os que estão por vir. Assim reza a vida!
     Evoluir sempre em direção a Luz!
Wanderlúcia Welerson Sott Meyer
Publicado no Recanto das Letras em 01/11/2010
Código do texto: T2590205