29 de set de 2011

Quase noite!

Quase noite! Páginas em branco, franco despertar de quem sabe Ser. Gostaria de saber porque insistem em me oferecer tudo, se o que quero é o básico? Quase noite... inquieta está a alma, amordaçada, suspensa e retida por uma história de espera interminável. A luz que hoje resplandecia, o Sol que aquecia... vão para outras paragens, deixando-me a Lua como lembrança iluminada que acalma! Cabeça pesada, olhos turvos, dores que não se explicam, desejos inconclusos e perdas... muitas! Sensação de transbordamento ao escrever... se assim não fosse, explodiria! Quase noite! Quase vida! Nos espaços em que me busco, já não me encontro. Alterações definidas por consequências inevitáveis... é a vida! Mulher de noite... Mulher de dia! Descansa a noite, trabalha ao dia! Quase noite... e tudo como antes... tudo como chance... tudo em um só lance... tudo tão longe de seu alcance!