4 de jul de 2011

Turbulências

Turbulências

Dores infundadas
Compressão da alma
Lágrimas vertidas em abundância
Que coração não clama por serenidade?
Busca certa de cada Ser
Fonte aberta sem enrijecer
Turbulências...
Todas que nos conduzem
Outras que conduzimos
Confundidos por sentimentos
Aturdidos por pensamentos
Finos fios de angústia
Nada que não se deva sentir
Podendo durar o tempo necessário
Amadurecimento...
Podendo instaurar-se como ferida
Sofrimento...
Cabe ao Ser a decisão e o caminho
Tão certa como a existência
São as turbulências
Não a deriva
Sem rumo certo...
Francos caminhos desertos
Onde se leva por herança
Luzes de esperanças!