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Postagens

Caminhos

Esclareça suas dúvidas Antes de lançar seu coração Para caminhos Que não lhe ofereçam o mínimo Necessário para que se sinta seguro. Traduza incertezas em respostas Que indiquem possibilidades. Seja capaz de visualizar horizontes... Entenda que, ao lado de cada porta que se fecha Existem muitas outras  Cabe a você encontrar a saída. Enviado por Wanderlúcia Welerson Sott Meyer em 11/11/2007

Descobre-se

Esquecer

Alma inquieta

A serenidade anda me visitando Não tenho sonhos de felicidade plena Nem espero muito do pouco que ainda ofereço a vida Ando sorrindo aleatoriamente Chorando distraidamente Vivendo intensamente Perdoando-me verdadeiramente Exercitando a fé incondicionalmente Abraçando deliberadamente Sentindo descaradamente Fato é que apesar das situações adversas De palavras indigestas Da alma inquieta Meu coração faz festa Ando amadurecendo... Wanderlúcia  Welerson Sott Meyer  

Vida

Vida contínua, seguida Quanto mais longa, mais desalinho. Bom vinho que o tempo amadurece Ou endurece... Transformando-se em amargo vinagre Dias de glória, ternura e vitória. Dias de dor, deserto desamor. Vida... É vista cansada Alma lavada Luta... desconhece-se a estrada Caminhos que nos conduzem ao nada Outros... reproduzem a tal felicidade desejada Vida de mistérios, impropérios e lamentos. Amores e rumores Quando menos se espera Permite-se conduzir por quimeras Ir e vir interminável Folha ao vento, mar bravio. Ponto de bala sem fio. Dura, difícil de engolir. De outro lado a lida Complexa e indefinida Vai formatando ferida Que cicatrizada e amadurecida Pede mais vida! Wanderlúcia Welerson Sott Meyer

Simples ser

A noite veio sorrateira... Nenhum frescor Ar quente, quente mente. Ruídos do dia entorpeceram os sentidos Sentido sentindo Atropelou-se entre veículos e passantes Observou o nada E os vazios... Ficaram temporariamente preenchidos Por imagens distorcidas Ah, que um dia... Depois de escorrer o momento Da futilidade do trato Insensatez fluídica dos modernos tempos Descobrir-se só... E só assim, perceber que boa parte de tudo Nada foi... Há de se querer voltar... Para si, para ti Simplesmente amar! Wanderlúcia Welerson Sott Meyer

Construções afetivas

Feliz 2015!

Dezembro

Como água...

Era para ser...

Palavras escritas

Pouco desejo entender sobre as asperezas da lida. De que vale ver, se tantos outros encantos despertam esperança e vida! Não discutirei retóricas ou escutarei argumentos que pouco acrescentam. Frases superficiais, ideias inconsistentes, poucos argumentos. Todos os sentidos que poucos apreendem, Aguardam ansiosos pelo entendimento. Ao observar a harmônica natureza Penso em cada Ser, encanta-me à beleza. Ontem, a experiência... Agora, a eloquência escrita de mágicas palavras traduzidas em afeto. Amanhã... Aprenderei a observar os sinais da vida! Ansiedade reduzida pela compreensão da inexistência do acaso. Se a vida nos foi oferecida gratuitamente Opto por semear abundantes sementes Aguardando a ação generosa do tempo Registro minha história sem nenhum lamento

Opressão

Liber anime

Saudades

Asas partidas

Asas partidas entre a realidade e o sonho Canção distorcida rogando vestígios de passado remoto Histórias de vida adornadas de retalhos nem sempre seus Entre tudo o descuido de ter observado pouco a paisagem. Descobre-se por entrelinhas que o que almeja Nem sempre corresponde ao concreto Adaptações, ajustes e aquiescências.  O coração grita, o ser apazigua, acalma. Evolução interior que pede alma. Wanderlúcia Welerson Sott Meyer - Escritos

Introspecção

Ando buscando palavras para traduzir o que a alma sente Viajo, passado e presente, sem compreender muito o contexto futuro. Penso que deva ser assim... Nesses passeios de memória e vida Há presenças antigas tão próximas! Quando cerro os olhos, consigo senti-las. Esses devaneios parecem despertar sentimentos Conveniência adormecida. Em alguns momentos, posso tocar Perceber a essência, o perfume, Como se presente fosse. Silencio profundamente os anseios Viro páginas, reescrevo histórias. O Ser, em construção indefinida e crescente. Escuta os rumores da vida que pede continuidade Ando, viajo, investigo, sinto e retorno. Conto com o tempo para entender o que incomoda Alimento a alma de alegria Recolho o que de bom às circunstâncias me   oferecem Entrego-me aos ventos Percebendo a paisagem que faz um convite à vida

Alma

Do encantamento

Cedo, abro a janela do quarto. Tão cedo, que meu filho pergunta: “Já de janela aberta, mamãe?”. O acolho nos braços e lhe digo: “É para dar bom dia, ao dia!” Chego à janela aberta: “Bom dia, dia!” e os pássaros parecem responder um sonoro “Bom dia!”. Meu filho sorri e se encanta eis um bom começo. Os atropelos da vida nos conduzem ao desencanto. Deixamos de observar momentos de rara beleza. Não nos damos conta de circunstâncias simples que preencheriam nosso caminho de flores se fossem observadas cotidianamente. São dádivas que recebemos: a natureza, as pessoas com as quais convivemos, os aprendizados. Há quem passe pela vida sem percebê-la, apenas passe. Encantar-se, permitir-se o enlevo, harmonizar-se com as situações, sejam elas de conflito ou de paz. Quando passamos a aceitar o que nos advém, esforçando-nos para laborar em prol da vida parece que conseguimos vislumbrar melhor as dádivas. Desenvolvemos a gratidão e, portanto, o encantamento. Toda reclamação é pura perda de ene...

E quando for a hora...