23 de jun de 2014

Introspecção



Ando buscando palavras para traduzir o que a alma sente
Viajo, passado e presente, sem compreender muito o contexto futuro.
Penso que deva ser assim...
Nesses passeios de memória e vida
Há presenças antigas tão próximas!
Quando cerro os olhos, consigo senti-las.
Esses devaneios parecem despertar sentimentos
Conveniência adormecida.
Em alguns momentos, posso tocar
Perceber a essência, o perfume,
Como se presente fosse.
Silencio profundamente os anseios
Viro páginas, reescrevo histórias.
O Ser, em construção indefinida e crescente.
Escuta os rumores da vida que pede continuidade
Ando, viajo, investigo, sinto e retorno.
Conto com o tempo para entender o que incomoda
Alimento a alma de alegria
Recolho o que de bom às circunstâncias me  oferecem
Entrego-me aos ventos
Percebendo a paisagem que faz um convite à vida