6 de mai de 2011

Ser mãe


Nada me proporcionou mais alegria do que ser Mãe.

Desejo latente que nutria mesmo antes de me tornar mulher.
Só não sabia que me tornaria escrava desse Amor...
Que no momento em que suas mãozinhas, instintivamente, segurassem meus dedos, me reteriam para sempre!
Há mães que geram, mães que acolhem, pais que são mães, avós que se tornam mães.
Em qualquer circunstância... é sempre o amor que fala mais alto.
Eu não conheço sentimento maior!
Amanheço recebendo beijos e abraços. Sorrisos que se não vêm eu os provoco. Paro de fazer o que quer que seja para ouvi-los e, me agacho para olhar nos olhinhos deles e entender essencialmente o que querem dizer. Prometi a eles que lhes darei colo sempre que quiserem e, perdi a conta dos “Mamãe, eu te amo!” que escuto diariamente.
Aos olhos deles sempre estou linda, mesmo que tenha acabado de acordar e, assumo que parei um pouco minha vida para vê-los crescer.
Essa sou eu, mas não sou única! Quem carrega o sentimento de amor materno dentro de si, sabe exatamente o que sinto.
Quando cresceram, assim como aconteceu comigo, precisarão partir, mas o Amor, esse que sustenta tudo, ficará e, assim como minha mãe, quando vierem me visitar, direi: Meus meninos estão chegando... Como se nunca tivessem crescido!

Beijos as mães que geram, as mães que educam, as mães que não geram mas, que exalam o mais puro amor materno!


Wanderlucia Welerson Sott Meyer